Como a Puppy Boom pode ajudar e como prevenir meu cachorro de ter displasia coxofemoral?

Aqui queremos lhe ajudar nesse assunto e mostrar que há tecnologias que podem auxiliar o alívio da dor de nossos amigos de quatro patas!

Como lemos no segundo post: Displasia coxofemoral em cães como diagnosticar e tratar? Recomenda-se manter o cachorro que apresenta artrite, sempre aquecido e fora de ambientes frios, úmidos e correntes de ar, para que ele não sinta dor. Cães com problemas de artrite, displasia e qualquer outro problema que possa ocasionar-lhes dor precisam ter um lugar confortável para deitar, como caminhas, colchões ou tapetes.

Como a Puppy Boom pode ajudar?

A Puppy Boom nasceu para inovar o mundo Pet com produtos altamente tecnológicos e diferenciados, estamos empenhados em oferecer conforto, bem estar e qualidade de vida auxiliando na prevenção e alívio de dores, assim todos os nossos produtos com exceção dos Mimos possuem a tecnologia Infravermelho Longo IVL Anti-Germs, que auxilia no alívio da dor, stress, cansaço físico e fadiga, uma vez que ativa a circulação sanguínea. No caso de cães com displasia os Colchonetes Ortopédicos Terapêuticos são uma boa opção, pois além de conter a tecnologia Infravermelho Longo também possuem a tecnologia Rabatan e Ímãs de Ferrite, ou seja, são ortopédicos e magnéticos!

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RABATAN é uma espuma ORTOPÉDICA, ANTIBACTÉRIAS e ANTIMOFO que auxilia:

  • Relaxamento muscular e nervos;
  • Desconcentração de gorduras;
  • Ativação da circulação sanguínea;

Com testes comprovados dentro dos padrões ortopédicos para o estiramento correto da coluna sem perder o conforto.

Os pontos em alto relevo proporcionam uma AUTOMASSAGEM RELAXANTE do tipo do in  que faz ter a sensação de centenas de pontos massageando o corpo.

No baixo relevo do perfilado Rabatan estão pequenas cavidades, onde aplicamos as pastilhas de Infravermelho Longo (IVL Anti-Germs) e pastilhas de magnetos (Ímã) proporcionando melhores resultados.

Os Ímãs de Ferrite que aplicamos juntamente com as pastilhas IVL Anti-Germs: auxiliam no alívio do STRESS, INSÔNIA, FADIGA, COLUNA, TENSÃO E MÁ CIRCULAÇÃO, conforme abaixo:

Imãs de Ferrite

A magnetoterapia:

  • Equilibra o magnetismo do nosso corpo.
  • Atua sobre o sistema imunológico, aumentando a resistência do organismo contra as doenças.
  • Aciona a troca de polaridade celular, o que faz aumentar o limiar da sensibilidade à dor e relaxa o sistema nervoso autônomo.
  • Auxilia também a regular o funcionamento das glândulas.
  • Contribui para a estabilização do padrão genético da célula.

Saiba mais sobre todas as tecnologias no link: https://puppyboom.com.br/loja/tecnologias/

Como prevenir meu cachorro de ter displasia coxofemoral?

O início da prevenção de displasia será na hora da escolha do filhote, caso você opte por um cachorro de raça pura, procure um criador responsável. Acredita-se que se dois cachorros com displasia coxofemoral não acasalarem, não existirá problema para seus filhotes. Isso simplesmente não é verdade. Dois cães com radiografia coxofemoral que tenham permissão para acasalamento, ainda assim poderão produzir descendentes displásicos se os genes responsáveis ​​por essa doença estiverem presentes na árvore genealógica de seus ancestrais. Por este motivo a reprodução seletiva é fundamental na redução da probabilidade de cães com predisposição genética de adquirir displasia coxofemoral ao longo de sua vida.

Criadores sérios e responsáveis irão garantir que seus cães possuem uma linhagem saudável, que poderá ser rastreada por várias gerações.

Ao comprar um filhote tente olhar para a musculatura equilibrada nos membros traseiros, o que reduz a incidência de displasia. Para quem pretende comprar um cão, a melhor maneira de diminuir a possibilidade de obter um animal que possa vir a desenvolver displasia é examinar a incidência de displasia coxofemural na linhagem dos exemplares que deram origem a sua ninhada. Você poderá solicitar a um criador confiável os laudos de exames não só dos pais e avós da ninhada, mas ainda três ou quatro gerações anteriores, principalmente no caso de compra de cães de raças com predisposição genética em desenvolver a doença.

Infelizmente, criadores de cachorro de fundo de quintal irão gastar pouco com o cuidado com a saúde genética de seus reprodutores e nestes casos provavelmente haverá uma maior probabilidade de displasia coxofemoral em ninhadas de criadores irresponsáveis.

Confira a seguir a classificação de displasia coxofemoral para animais reprodutores:

Classificação da Displasia Coxofemoral
Classificação Grau e Descrição Reprodução
HD- Sem sinais de displasia coxofemoral Apto à reprodução
HD+/- Articulações coxofemorais próximas do normal Apto à reprodução
HD+ Displasia coxofemoral de grau leve Ainda permitido
HD++ Displasia coxofemoral de grau moderado Não apto à reprodução
HD+++ Displasia coxofemoral de grau severo Não apto à reprodução

 

Também é importante manter-se informado sobre as necessidades nutricionais de seu cachorro. Quando um filhote tem uma predisposição genética para a displasia coxofemoral, a alimentação que contenha um alto teor calórico, dieta rica em proteínas que produz rápido ganho de peso irá aumentar a probabilidade de desenvolver a doença, porque os ossos e musculatura irão crescer muito mais rapidamente.

A hiperalimentação de um cão, também acabará fazendo com que a obesidade agrave problemas articulares, podendo levar a displasia, causando inflamação articular ao colocar pressão extra sobre as articulações.

Filhotes necessitam de doses equilibradas de exercícios físicos. Atividades de alto impacto, como saltar (especialmente sobre as patas traseiras) colocará pressão extra sobre os quadris do cachorro que também pode levar à deterioração das articulações do quadril.  Por isso não permita que seu filhote pule nas pessoas nem fique olhando pelas janelas. É importante evitar atividades que possam causar esforço repetitivo ou que não são naturais na movimentação de um cachorro.

Resumidamente, a melhor maneira de se evitar a displasia coxofemoral é não deixando que filhotes façam exercícios que causem impacto, que fiquem obesos, vivam em pisos lisos, passem por algum trauma ósseo na fase do crescimento. Já no caso da displasia coxofemoral congênita, retirando os cães displásicos da reprodução, consegue-se uma diminuição do problema, o método não é infalível porque alguns cães não tem a displasia coxofemoral, porém carregam o gene que a transmite para gerações.

Este texto é informativo e queremos proporcionar informações que possam lhe ajudar, mas lembre-se que é sempre importante e imprescindível obter a orientação do médico veterinário!

Fonte de pesquisa: tudosobrecachorro.com.br out/2014 e blogdocachorro.com.br jan/2014

Referências:
COUTO, N. Manual de Medicina Interna de Pequenos Animais. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
ROCHA, F. P. C. S., et al. Displasia Coxofemoral em Cães. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária. Garça, n.11, 2008.

 

 

 

 

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